Janeiro está acabando e você não tirou férias?

A rotina do corretor de seguros é realmente cansativa e, muitas vezes, vai exigir um atendimento no final de semana ou às 22h, quando seu cliente sofre um sinistro e te liga pedindo socorro.

Apesar disso, é uma profissão muito gratificante.

Entretanto, o que deveria acontecer esporadicamente pode acabar se tornando um hábito. O que mais vemos por aí são corretores exaustos, sem tempo de descanso ou de tirar férias.

Você pode até achar que uma pausa para descanso vai prejudicar a corretora, ou que você pode perder muitos negócios nesse período. Porém, quando um profissional passa muito tempo trabalhando sem descanso, ele pode se tornar menos produtivo e desmotivado.

Ainda assim, esse é um assunto delicado. Como o corretor de seguros pode tirar férias com tantos afazeres?

Bom, pode ser que aqueles 30 dias de férias sejam realmente uma meta difícil, mas se organizar direitinho todo mundo descansa.

Planeje-se

Planejamento é a palavra de ordem para o corretor de seguros que pretende deixar a corretora por alguns dias e se dedicar exclusivamente às férias.

Planeje o período que pretende tirar suas férias e por quantos dias vai se ausentar.

Veja as renovações de apólices que irão acontecer nesse período e se adiante, converse com os seus clientes, programe essas renovações e não deixe ninguém na mão.

Delegue funções

Por falar em não deixar ninguém na mão, delegue a função de atendimento. Afinal, ninguém merece ter que perder aquele dia de praia para trabalhar durante as férias.

Se você tiver um funcionário em sua corretora, prepare-o para esse período para que ele possa atender suas ligações e responder aos e-mails mais urgentes.

Agora, se você ainda não tem um funcionário, peça ajuda, procure aquele seu amigo corretor de confiança e repasse o atendimento para ele. Isso funciona para as duas partes, afinal, em algum momento, ele também vai tirar férias e poderá contar com você para atender seus clientes.

Prepare os seus clientes

Mande um e-mail ou faça uma ligação. Informe aos seus clientes que você irá tirar férias e deixe o contato de quem irá atendê-los. Eles se sentirão seguros e importantes com esse cuidado. Caso eles precisem de atendimento, estarão preparados e não vão se frustrar por não serem atendidos por você.

Corretor de Seguros de férias: aproveite

Pode parecer estranho, mas se ausentar da sua corretora pode causar certa ansiedade. Além disso, seus funcionários podem precisar de algum apoio durante esse período.

O importante é criar o hábito! Comece emendando alguns feriados e tirando alguns dias de cada vez. Você vai perceber que não é insubstituível, e que o seu negócio pode sobreviver alguns dias sem você.

Lembre-se: esse momento de descanso é extremamente importante, pois, do contrário, o cansaço e a exaustão podem te levar ao desânimo e à vontade de desistir.

Organize-se, delegue funções, descanse e recarregue as energias. Você voltará das férias cheio de ideias e com disposição para colocá-las em prática. Esse pode ser o caminho para o sucesso da sua corretora!

Seus clientes empresariais estão preparados para um incidente de segurança cibernética?

Apesar de ataques cibernéticos serem um dos principais riscos identificados pelo Relatório Global de Riscos, a maioria das organizações ainda está despreparada para responder adequadamente aos incidentes de segurança cibernética. Essa é uma das conclusões do estudo divulgado anualmente pelo Fórum Econômico Mundial.

Sabemos que a Internet será cada vez mais responsável pela geração de negócios. Dessa forma, informações confidenciais das empresas poderão sofrer ações e intervenções de hackers, assim como podem ocorrer erros não previstos na programação da segurança cibernética da empresa.

Nesse cenário, existe a possibilidade de ofertar um seguro que visa proteger essas perdas. O corretor de seguros precisa ir além e conhecer a dinâmica de como se dá esse tipo de prejuízo para poder trabalhar o seguro de acordo com a necessidade do cliente.

Um estudo global, conduzido pelo Instituto Ponemon e encomendado pela área de segurança da IBM, divulgado em abril, descobriu que 77% dos entrevistados declararam não possuir um plano de resposta aplicado consistentemente em toda a empresa, ou seja, para resistir e se recuperar caso incidentes ocorram. Cinquenta e quatro por cento não realizam testes regularmente, o que pode deixá-los menos preparados para gerenciar com eficácia os processos complexos e a coordenação que devem ocorrer após um ataque. 

De acordo com esse estudo, que traz insights de mais de 3.600 profissionais de segurança cibernética e TI de todo o mundo, incluindo os Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Brasil, Austrália, Oriente Médio e região Ásia-Pacífico, menos de 1/4 dos entrevistados afirmou que sua organização usa significativamente tecnologias de automação, como gerenciamento e autenticação de identidades, plataformas de resposta a incidentes e ferramentas de gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM) em seu processo de resposta.

Além disso, apenas 30% dos entrevistados relataram que sua equipe de segurança é suficiente para alcançar um alto nível de resiliência cibernética, e 62% indicaram que o alinhamento das funções de privacidade e segurança cibernética é essencial ou muito importante para alcançar a resiliência em suas organizações.

Segurança cibernética no Brasil

Sancionada em agosto de 2018, pelo então presidente em exercício, Michel Temer, com o objetivo de aumentar a privacidade de dados pessoais e o poder das entidades reguladoras para fiscalizar organizações no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020, obriga as empresas que, de alguma forma, coletam, armazenam e tratam informações de clientes no Brasil, independentemente de seu segmento de atuação, porte ou faturamento, a oferecerem medidas para proteção dos dados dos clientes.

Vale destacar que, segundo a Kaspersky, empresa especializada em segurança cibernética, o Brasil é um dos países mais atacados por hackers no mundo. Por isso, mesmo com todas as medidas a serem tomadas com a nova lei, as organizações devem se preparar para o fato de que é praticamente impossível ter sistemas 100% seguros. Uma camada extra de proteção vale a pena, como um seguro de riscos cibernéticos que tenha coberturas específicas para diferentes situações em que os dados da empresa são expostos a terceiros.

“Importante ter consciência da importância de ferramentas de proteção, mas também do seguro. Dos pequenos negócios que armazenam números de telefones e endereços a grandes empresas e e-commerce que trabalham com dados bancários dos clientes, todos podem ser alvos de ataques capazes de arruinar finanças e reputação”, alerta Victor Perego, especialista em Riscos Cibernéticos da AIG, pioneira no lançamento desse seguro no Brasil.

O seguro de riscos cibernéticos da AIG cobre diferentes situações em que as empresas se veem expostas aos crimes de vazamento de dados e ransomware (sequestro de dados). Além disso, oferece ampla cobertura em caso de vazamento de dados armazenados por uma empresa, inclusive contempla o pagamento de multas, como será agora exigido pela nova legislação.

Outras coberturas também são oferecidas: custos de notificação da empresa a seus clientes; responsabilidade pela segurança de dados; ato, erro ou omissão que resulte na divulgação dessas informações devido a uma violação de segurança cibernética; além de ressarcimento por lucros cessantes.

Como o corretor de seguros pode se beneficiar com esse seguro

Apenas 1% das empresas brasileiras adquiriu esse tipo de produto até agora, enquanto nos EUA esse número já é de 20%. O Brasil é o quarto maior alvo de hackers do mundo, se avaliarmos o crescimento de prejuízos com esse tipo de ataque virtual. Ou seja, existe um problema e há solução: o seguro. O que é necessário é um profissional capacitado que faça a solução chegar até o problema. Para isso, mais uma vez, é necessário conhecimento do mercado, do cliente e do produto a ser ofertado.

O corretor pode levar o seguro cibernético para empresas que guardam digitalmente dados de terceiros e as que precisam proteger informações próprias ou podem ser prejudicadas de outras formas por falhas na internet, como as lojas virtuais. Logo, você, corretor, já tem indícios para buscar em sua região empresas que estão expostas a esse tipo de risco, como indústrias, data centers, e-commerce e pagamentos via Web.

Principais situações e coberturas

Como corretor de seguros, identifique possíveis clientes expostos ao risco. Depois, verifique quais as ocorrências (veja quadro abaixo) às quais o possível prospect está mais vulnerável. Aí é só ligar, montar uma apresentação e agendar uma reunião. Lembre-se: é preciso trabalhar a dor do cliente para que a conversão seja efetiva e ele enxergue isso como uma solução.

Ocorrência Consequência Apólice
Destruição de base de dados Prejuízo operacional e financeiro da empresa. Custos e despesas para determinar se os dados eletrônicos podem ou não ser restaurados, restabelecidos ou recriados; restaurar, restabelecer ou recriar os dados eletrônicos, quando possível.
Perdas causadas a terceiros em decorrência de ataque cibernético Reclamação de terceiros por prejuízos sofridos em decorrência de um ataque cibernético, que podem envolver a violação de privacidade, roubo de código de acesso ou a contaminação por malware. Pagamento das perdas devido a terceiros | acordos e/ou indenizações | custo de defesa
Violação de segurança cibernética e vazamento de dados Reclamação de terceiros por prejuízos sofridos. Pagamento das perdas devido a terceiros | acordos e/ou indenizações | custo de defesa
Destruição ou contaminação de bancos de dados Destruição de bases de dados cadastrais ou transacionais em decorrência de ataque cibernético, causando prejuízos operacionais e/ou financeiros à organização. Os custos para restaurar ou recriar os bancos de dados danificados ou destruídos são pagos pela apólice do CyberEdge.
Extorsão ou ransomware Destruição de bases de dados cadastrais ou transacionais em decorrência de ataque cibernético, causando prejuízos operacionais e/ou financeiros à organização. Os custos para restaurar ou recriar os bancos de dados danificados ou destruídos são pagos pela apólice do CyberEdge.
Interrupção de rede decorrente de violação de segurança cibernética Lucros cessantes do segurado. A seguradora pagará o lucro líquido que teria ganhado ou despesas operacionais contínuas incorridas durante a interrupção material, incluindo gastos com folhas de pagamento.
Violação de segurança cibernética e vazamento de dados Investigação administrativa. Honorário, custos e gastos que o segurado incorra, para a representação e o assessoramento legal relacionados a uma investigação.
Violação de privacidade Danos à imagem da organização e à reputação dos responsáveis pela proteção de dados, investigações administrativas de órgãos reguladores, multas e penalidades previstas nas leis de proteção de dados. Os custos decorrentes de investigações administrativas e regulatórias, assim como o custo com peritos forenses computacionais e o pagamento de multas relacionadas à violação de leis de proteção de dados podem ser transferidos para a apólice de seguros.
Vazamento de informações Perda de confiança dos clientes e impacto negativo na reputação da organização. Gastos relacionados com a gestão da crise, custo de equipe de relações públicas que atuará na definição de estratégias, bem como o custeio das notificações a serem realizadas aos indivíduos que tiveram dados vazados.

Munido dessas informações, o corretor pode buscar hoje mesmo seu desenvolvimento e atuar nessa área inovadora na qual terá poucos concorrentes. Não fique de fora do mercado que mais crescerá nos próximos anos: o digital. Se há faturamentos milionários através dele, há riscos e é preciso prover segurança cibernética ao novo risco gerado.

Sobre o autor: AIG Brasil

Como oferecer o Seguro de Riscos Cibernéticos para seus clientes empresariais

Ataques cibernéticos são cada vez mais frequentes e prejudiciais para as empresas de qualquer porte ou segmento. Mesmo que a empresa estabeleça todos os critérios de segurança necessários, ainda assim está suscetível a ataques e roubos de dados. Dessa forma, o seguro de riscos cibernéticos é a única forma de evitar prejuízos avassaladores para os clientes empresariais da sua corretora de seguros.

Muitas empresas já estão cientes disso, principalmente depois da sanção da nova Lei Geral de Proteção de Dados, que entrará em vigor a partir de agosto de 2020, e exigirá consentimento específico para coleta e tratamentos de dados pessoais, gerando multas pesadas para empresas que descumprirem suas regras.

Nesse contexto, o corretor de seguros especializado no assunto tem grandes chances no mercado, pois é uma área em ascensão e com ampla demanda por profissionais qualificados. É fundamental que o corretor saiba esclarecer as principais dúvidas das empresas sobre o assunto e orientar seus gestores sobre a importância de contar com esse tipo de proteção.

Se você quer saber como abordar seus clientes empresariais para conscientizá-los sobre a importância do seguro de riscos cibernéticos, continue a leitura.

Seguro de riscos cibernéticos: argumentos infalíveis para venda

O corretor que deseja incluir em sua carteira de produtos o seguro contra hackers pode abordar três pontos importantes para ajudar na conscientização dos tomadores de decisão e agilizar o processo de venda.

1. Os ataques cibernéticos irão aumentar

Ao abordar a importância de adquirir o seguro de riscos cibernéticos com seu potencial cliente, lembre-o de que a conexão e a troca de dados online irão aumentar cada vez mais, o que deixa toda pessoa, seja ela física ou jurídica, ainda mais exposta a ataques e roubos de dados.

A quantidade de dispositivos conectados em 2017 era de 27 bilhões, um número que passará para cerca de 125 bilhões em 2030, potencializando o compartilhamento de informações e, consequentemente, os riscos de perda ou roubo de dados na rede.

Alerte seus clientes que os ciberataques de grande escala, como o ataque malware WannaCry, custam muito caro para as empresas e superam os prejuízos provocados em desastres naturais. Sendo assim, contar com um seguro que irá restituir a empresa em caso de perda ou roubo de dados, de acordo com as cláusulas previstas em contrato, é muito mais seguro.

2. Proteção contra prejuízos causados por multas da nova LGPD

A nova Lei Geral de Proteção de Dados faz uma série de exigências para garantir a segurança dos dados pessoais coletados na rede. As empresas que descumprirem suas diretrizes terão que arcar com multas pesadas, que podem chegar a até R$ 50 milhões.

As empresas que contam com o seguro de riscos cibernéticos não terão esse problema, pois as apólices desse seguro podem cobrir diversos tipos de custos relacionados a ciberataques, como:

3. O corretor de seguros precisa estar antenado

Um corretor de seguros que busca crescimento, independente do cenário econômico do país, está por dentro das maiores tendências e sabe identificar oportunidades na venda de seguros. O segmento de cibersegurança é de extrema importância para o atual cenário e irá ganhar cada vez mais força econômica.

Com o passar do tempo, a tendência é que seguradoras, corretores de seguros e empresas se aproximem para encontrar a melhor maneira de ajustar os processos e melhorar as condições de segurança e coberturas oferecidas.

O corretor de seguros que está antenado com o mercado consegue facilitar o entendimento do seu cliente sobre a importância do seguro de riscos cibernéticos e aumentar o faturamento da sua corretora com a venda desse tipo de apólice.

O corretor deve estar preparado para dar mais informações sobre esse tipo de seguro ao seu potencial cliente. Entenda tudo que os corretores de seguros precisam saber sobre as leis de proteção de dados GDPR e LGPD!

Leis de proteção de dados GDPR e LGPD: tudo que os corretores de seguros precisam saber

Grandes escândalos de casos de vazamento de dados ajudam a perceber a importância da privacidade das informações no mundo atual. Esse é um assunto que vem ganhando cada vez mais destaque em todo o mundo. Novas legislações como GDPR e LGPD são desafios para empresas dos mais variados portes, que precisam adaptar os seus sistemas e práticas se não quiserem sofrer multas e sanções.

Neste artigo explicaremos tudo que você precisa saber como as leis de proteção de dados.

O que é o GDPR?

GDPR é uma sigla em inglês para Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia. Ele reúne regras sobre privacidade de dados e identidade de cidadãos, válidas para empresas e organizações atuantes nos países que integram esse bloco econômico.

O GDPR está em vigor desde maio de 2018. Já existiam normas relacionadas a esse tema, porém, elas foram atualizadas para se adequarem ao novo cenário de avanços tecnológicos.

Seus itens indicam como empresas devem coletar, processar e compartilhar informações pessoais sem ferir o direito de proteção dos dados de cada um. Todo cidadão, por exemplo, deve poder autorizar ou não o uso de seus dados, e solicitar a qualquer momento a sua exclusão do banco da companhia, ou a interrupção da coleta, entre outros.

Também é obrigatório o uso de linguagem transparente na comunicação sobre dados, incluindo termos de privacidade e, em caso de vazamento, notificar as autoridades em até 72 horas.

Apesar de pertencer à União Europeia, as regras valem para todos os serviços prestados a cidadãos do bloco, mesmo que a empresa não tenha sede, escritórios e representantes no local. Por isso, várias companhias em todo o mundo estão adaptando seus sistemas ao GDPR.

O que é a LGPD?

Seguindo essa tendência, o Brasil elaborou a Lei 13.709/18, conhecida como Lei Brasileira de Proteção de Dados ou LGPD. Ela “dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade”.

Há diversos pontos em comum com o GDPR, sendo que a lei brasileira trata os dados pessoais (nome, foto, número da identidade, etc) e os dados sensíveis (relacionados a questões raciais ou étnicas, religiosas, políticas, dados genéticos, entre outros) de formas diferentes.

Como vimos, as empresas brasileiras devem ficar atentas à lei de proteção de dados nacional e também ao GDPR, caso preste serviços ou venha a ter qualquer contato com dados da União Europeia. Elas influenciam diretamente o processamento, a coleta e o uso de dados pessoais de clientes, fornecedores e mesmo de colaboradores.

Além das políticas de privacidade, é preciso rever contratos, intranet, arquivos e qualquer outra informação, mesmo que não seja utilizada para fins comerciais. Até mesmo o recrutamento de novos colaboradores deve seguir as normas, visto que o candidato deve ter a opção de autorizar ou não o armazenamento dos dados fornecidos durante a seleção, e por quanto tempo.

Implicações para as empresas

O descumprimento do GDPR pode resultar apenas em uma notificação à empresa caso se trate de uma infração leve, mas pode chegar a multas de € 20 milhões ou até 4% do seu faturamento anual (o que for maior), restrições de direitos e indenização às pessoas lesadas.

Já a LGPD entra em vigor em 2020, portanto, agora é o momento para se informar e tomar as devidas precauções, o que pode envolver a contratação de um seguro de riscos cibernéticos.

Não é uma boa ideia deixar para atender aos requisitos na última hora, pois a violação às regras aqui do Brasil pode custar R$ 50 milhões ou 2% do faturamento bruto anual da empresa, além de compensação à pessoa lesada. A lei também prevê medidas para minimizar as penalidades, como a adoção de boas práticas e a remediação imediata da irregularidade.

Oportunidades para os corretores de seguros

A nova realidade traz, com certeza, nichos a serem explorados por corretores de seguros, principalmente no segmento de Riscos Cibernéticos. O melhor caminho para oferecer uma proteção desse tipo aos seus clientes empresariais passa por mostrá-los como a proteção de dados vem ganhando importância – e o tamanho do prejuízo que o mau uso de informações pode gerar.

Para saber mais, conheça os riscos cibernéticos que os clientes empresariais da sua corretora de seguros estão enfrentando!

O que é e como funciona o Seguro de Riscos Cibernéticos

Um novo desenho de sociedade se molda e a vertente tecnológica fica cada vez mais no centro dessa mudança. Em um mundo mais compartilhado e com dados trafegando ininterruptamente, os segurados estão expostos a riscos nunca antes experimentados e, quando há um risco, surgem produtos securitários para ampará-los, como é o caso do Seguro de Riscos Cibernéticos.

Processos antes considerados inovadores e futuristas hoje fazem parte do dia a dia das pessoas e das empresas. Nossa comunicação é feita através da tecnologia, assim como nossa locomoção e a base de nossas escolhas.

Este novo modelo cria inúmeras vantagens para todos nós. Nossas exigências de conforto e segurança aumentam e a velocidade de, praticamente, todas as transações e serviços é aumentada exponencialmente.

Porém, se as vantagens já estão sendo sentidas pelas empresas e pessoas, os riscos também.

Afinal, o que é o Seguro de Riscos Cibernéticos?

Esse ramo pouco conhecido pelos segurados e pelos corretores é novo e é oferecido por um pequeno grupo de seguradoras.

Através de uma apólice que pode conter diversas coberturas, o Seguro de Riscos Cibernéticos visa proteger uma empresa de prejuízos ocasionados pelo uso da tecnologia na gestão de seus negócios e na administração dos processos internos.

Quando pensamos que, atualmente, quase todas as empresas utilizam alguma tecnologia em seus processos, vemos que o Seguro de Riscos Cibernéticos pode e deve ser contratado por empresas de qualquer porte e mercado.

Quais coberturas podem ser oferecidas no Seguro de Riscos Cibernéticos?

O rol de coberturas disponíveis para se contratar em uma apólice de Seguro de Riscos Cibernéticos pode ser bem diversificado e variar conforme a seguradora que o oferece. Essa diversidade se relaciona com a complexidade das relações entre as empresas e o uso da tecnologia, assim como as novas formas dessa relação criada quase diariamente.

Contudo, algumas coberturas têm se mostrado mais importantes e, como corretor de seguros, é importante conhecê-las e, principalmente, ofertá-las aos seus clientes.

Uma das coberturas mais contratadas atualmente no Seguro de Riscos Cibernéticos é a de Responsabilidade por Dados Pessoais e Corporativos. Impulsionada pela nova lei de proteção de dados (LGPD), essa cobertura protege seu cliente em relação a possíveis processos que ele venha a sofrer em decorrência do vazamento de dados por ele armazenados. Como praticamente todas as empresas armazenam dados de seus clientes de forma digital, essa cobertura é imprescindível para qualquer empresa.

Outra cobertura que é amplamente acionada em casos de sinistros de Seguro de Riscos Cibernéticos é a cobertura relativa a danos e prejuízos ocasionados por falha de sistema das mais diversas naturezas. Com praticamente todas as empresas utilizando sistemas de gestão informatizados, uma falha, invasão ou mau funcionamento desse sistema pode gerar prejuízos à empresa e a terceiros de grande monta.  Mais uma vez, em situações como essa, o Seguro de Riscos Cibernéticos pode amparar o segurado e diminuir os impactos financeiros decorrentes desses eventos.

Seguro de Riscos Cibernéticos como fator de competitividade

Não se engane! Se seu cliente ainda não despertou para a necessidade de um Seguro de Riscos Cibernéticos, ele ainda vai e, nesse momento, você precisará ter informações e acesso a produtos para atendê-lo.

Melhor ainda se você alertá-lo para esse risco, pois o papel do corretor de seguros é proteger as empresas antes que elas sofram o prejuízo. Essa proteção pode amparar os bens físicos, os funcionários e também os riscos que a tecnologia traz para cada um dos segurados que você tem em sua carteira.

Agora que você já sabe como funciona esse seguro, entenda os riscos cibernéticos que os clientes empresariais da sua corretora de seguros estão enfrentando.  

Entenda a importância de gestão de processos nas vendas para uma corretora de seguros

A gestão de processos em setores de vendas, embora seja fundamental, nem sempre recebe o tratamento adequado. Não são raras as corretoras de seguros em que as equipes de vendedores atuam de forma dispersa, sem estratégia nem treinamento e apenas confiando em seu próprio talento para fechar negócios.

Trata-se de um erro que pode ser corrigido, desde que a corretora esteja comprometida com a adoção de processos que resultam em vendas em quantidade e melhor qualificadas. Afinal, não basta empurrar às pessoas qualquer tipo de seguro, é preciso gerar envolvimento, para que elas voltem a contratar e até indicar a corretora.

Acompanhe o artigo até o fim e saiba como fazer para melhorar a performance comercial de sua equipe de vendas. Boa leitura!

O significado da gestão de processos

Vendas gerenciadas por processos são muito mais efetivas. Isso significa que os resultados têm origem em três pilares fundamentais:

A partir do momento em que as vendas são orientadas por processos, fica mais fácil tomar decisões com o objetivo de melhorar os resultados.

Por isso, é importante mapear os seus processos, não só em vendas, como em todas as outras áreas da sua corretora. Isso pode ser feito de algumas formas, como por meio de fluxogramas – que veremos mais pra frente nesse artigo -, os quais ajudam a ter uma visão do todo, facilitando a análise e identificação de oportunidades de aperfeiçoamento.

Processos na comercialização de seguros

Existem alguns processos que você pode adotar hoje mesmo que visam melhorar o atendimento ao cliente e consequentemente aumentar sua produtividade, tanto na contratação quanto na renovação do seguro.

Entre as práticas que aumentam as vendas de uma corretora estão:

1. Personalização da proposta

Não adianta oferecer o seguro mais barato ou aquela companhia que melhor te comissiona se a proposta não atende às necessidades do seu cliente. Isso só vai atrasar a contratação, devido às várias solicitações de alteração e solicitações de novas cotações, e pode eventualmente causar a perda do cliente.

Com tanta concorrência e informação disponível ao consumidor, o que o impede de fechar com outro corretor que ofereça um seguro mais adequado ao seu perfil?

3. Proposta profissional

Outro fator que influencia na percepção e na decisão do cliente é a proposta comercial enviada.

Se você envia hoje uma cotação sem um design bonito, com poucas informações e com os valores de apenas uma seguradora, está na hora de rever esse processo.

Cotações que apresentam todas as coberturas inclusas, mais de uma opção de franquia e comparação do prêmio em mais de uma companhia tendem a ser mais eficientes. Isso porque passa uma impressão mais profissional e transparente, além de acelerar a venda, visto que todas as informações já estão claras para o cliente.

3. Atendimento ao cliente

Além de personalizar a proposta e elaborar uma cotação com aspecto mais profissional, é fundamental ser ágil e prestar um bom atendimento ao cliente.

Como o seguro é uma “commodity”, ou seja, todos os corretores comercializam os mesmos produtos, com apenas pequenas diferenças de comissão, o que vai te diferenciar dos concorrentes é o seu atendimento.

Seguir os processos mencionados acima, ser rápido e superar as expectativas do consumidor vai fazer sua corretora chegar ao encantamento e fidelização dos clientes. E clientes fiéis, além de retornarem (renovarem seus seguros com sua corretora), indicam o seu serviço para os conhecidos. Ou seja, os ganhos potenciais são enormes.

É importante reforçar que esses processos não terminam na contratação do seguro. Você deve sempre desenvolver um relacionamento com seus segurados e se atentar às práticas mencionadas acima para garantir a satisfação dos seus clientes a todo momento.

Indicadores de desempenho

Quando são utilizados recursos como o multicálculo para envio de propostas de seguros, é criado um banco de dados. As informações sobre cada cotação ficam armazenadas, compondo um valioso acervo a partir do qual a equipe de vendas pode pautar possíveis correções.

Com base na leitura desses dados, é possível que a ferramenta indique que as propostas de clientes com um determinado perfil não estão sendo fechadas. Por exemplo, vamos considerar mulheres com idade entre 40-45 anos, casadas, com renda superior a cinco salários mínimos.

Seria um possível segmento que faz muitas cotações, mas não fecha negócio. Cabe identificar os motivos que levam os clientes com esse perfil a não concluir a compra. Temos então detectado um desempenho que pode melhorar, se confrontado com resultados obtidos com outros tipos de clientes.

Da mesma forma, é possível analisar os dados das propostas fechadas para identificar segmentos mais suscetíveis a venda e suas características. Assim, você consegue direcionar seus esforços comerciais para esse público, otimizando sua comunicação e aumentando sua eficiência.

Além disso, você pode analisar as vendas gerais da sua corretora para tomar decisões estratégicas. Por exemplo, se você identificar que determinado ramo está apresentando um desempenho melhor que os demais, e que seus produtores estão fazendo mais renovações do que novas vendas, você consegue saber onde deve focar.

Análise de fluxogramas

Processos de vendas estruturados seguem necessariamente uma espécie de roteiro, organizado em fluxogramas. Pode ser, por exemplo:

Contato do cliente → Atendimento → Solução encontrada → Venda realizada

Objeções do cliente → Solução encontrada → Venda realizada

Solução não encontrada → Venda não realizada

Esse é um fluxograma bastante simples, que pode ser adaptado a um processo de vendas para indicar possíveis falhas ao longo de sua realização. Nesse caso, tratamos de verificar, pelos registros armazenados nos softwares de gestão, por exemplo, onde estão os gargalos que podem estar reduzindo a quantidade de vendas fechadas.

Resultados de processos bem estruturados de vendas

Vendedores bem treinados e que usam softwares de gestão para registro de suas operações e avaliação de resultados vendem mais porque trabalham em cima de informação. Há uma diferença considerável entre contar com o talento para vendas individual e ter equipes treinadas para atuar com base em processos de vendas.

Se sua corretora ainda não tem no setor comercial a gestão de processos bem definida, é hora de investir em qualificação. Os resultados são menos tempo gasto em contatos, clientes mais satisfeitos e decisões tomadas de acordo com critérios claros.

Além disso, ficou clara também a importância dos dados para o crescimento da sua corretora. Decisões tomadas com base em dados são muito mais assertivas. Porém, só é possível analisá-los se você os coletar e os armazenar. Ou seja, é importante desenvolver processos bem definidos em todas as etapas: coleta, armazenagem e análise de dados.

Agora que você sabe como melhorar seus processos de vendas e o que fazer para aumentar sua produtividade, é hora de colocar em prática todos os processos que foram expostos nesse artigo. Com certeza os resultados aparecerão brevemente.

Para conferir mais dicas de como melhorar sua gestão e aumentar sua produtividade, acesse o blog da TEx.

Sobre o autor: Omar Ajame, CEO da TEx.

Site para corretora de seguros: um guia rápido com tudo o que você precisa saber sobre a criação de sites

Mais do que uma necessidade, ter um site hoje em dia é a garantia de que pelo menos sua corretora de seguros será encontrada caso alguém busque informações ou esteja pesquisando por um produto ou serviço que ela oferece.

Além de não passar uma imagem de credibilidade, podemos dizer sem exagero que se a sua corretora não está na internet, ela não existe para uma grande parcela de potenciais consumidores. E isso não é nada bom para qualquer tipo de negócio.

Claro que as redes sociais ajudam e muito na divulgação de marca, mas como muitos já perceberam, elas são um terreno alugado, e nada como ter um espaço para chamar de seu, onde você terá total liberdade para deixá-lo como quiser.

Com um pequeno valor mensal é possível contratar serviços onde você mesmo pode construir o site da sua corretora de seguros ou, pagando um pouco mais, contar com a ajuda de uma empresa ou profissional especializado que fará isso.

Neste artigo, vamos falar de algumas coisas que você precisa saber sobre a criação de sites e como colocar a sua corretora de seguros de uma vez por todas na era do marketing digital.

Para facilitar o entendimento do assunto, dividimos este artigo em 4 passos, mas antes, é bom esclarecermos alguns pontos sobre esse tema.

As principais diferenças entre site e blog

Como ainda existe um pouco de confusão entre esses dois termos, primeiro, vamos esclarecer as diferenças entre “site” e “blog”, além de compreender qual o papel de cada um deles em uma estratégia de marketing digital.

O site é como a vitrine da sua empresa, é onde você coloca uma apresentação da sua corretora de seguros, os canais de contato disponíveis, os diversos formulários de pedidos de cotação, entre muitas outras coisas.

Ele é constituído quase todo com conteúdo institucional e deve possuir as informações necessárias para que o seu público saiba com quais tipos de seguros sua corretora trabalha, as coberturas que oferecem e para que servem.

Normalmente, o conteúdo do site não é alterado com muita frequência.

Já o blog, é como uma revista virtual. É onde são publicados conteúdos como artigos, listas e infográficos, por exemplo. Ao contrário do site, o blog é alterado continuamente por conta das novas publicações.

Por permitir uma linguagem mais personalizada e favorecer o engajamento através de comentários e compartilhamentos, os blogs já se tornaram um dos principais canais de comunicação de algumas empresas do mercado de seguros.

Enquanto o blog é utilizado para gerar demanda e atrair novos visitantes, o site serve para direcionar esses visitantes para que tomem a ação que desejamos. No caso de uma corretora de seguros, o pedido de cotação seria uma das opções.

Agora, vamos ao primeiro passo na criação de um site que é o registro do domínio.

1. Registrar um domínio

Os domínios mais comuns (e recomendados) possuem terminações .com ou .com.br (versão brasileira), mas existem outras opções de domínios internacionais ou com origem em outros países: .net, .co, .online, .tech, .site, .website.

O mais indicado para corretoras de seguros é registrar domínios .com.br, principalmente por conta da área de atuação ser restrita ao território brasileiro. Mas nada impede que sejam utilizados domínios como .online ou .co, o que pode facilitar na divulgação e memorização da marca.

Antes registrá-lo, é preciso ficar atento às orientações da SUSEP referente a esse assunto para que o público não tenha dúvida em relação a natureza da sua empresa: corretor(a) de seguros ou seguradora.

Basicamente, a recomendação da SUSEP é para que as corretoras de seguros incluam o termo “corretoradeseguros” ou “corretagemdeseguros” (ex. 1234corretoradeseguros.com.br) e não utilizem a palavra “seguros” isoladamente no domínio (ex. 1234seguros.com.br), que fica reservada para as seguradoras.

O registro de domínios brasileiros (com terminação .br) pode ser feito diretamente no site do registro.br, bastando apenas completar o cadastro, verificar a disponibilidade do nome escolhido e efetuar o pagamento.

Para domínios internacionais (com terminação .com, .net, .online, etc), o registro pode ser feito através de sites como o GoDaddy ou em conjunto com a contratação do serviço de hospedagem, que veremos a seguir.

Em ambos os casos, no geral, os custos são a partir de R$40 por ano para cada nome de domínio registrado.

Apesar de serem gratuitas, não é recomendada a utilização de plataformas como o Blogspot.com, WordPress.com ou Wix.com para o registro do domínio. Além de não apresentar profissionalismo e dificultar a memorização da marca, toda a autoridade do seu site será transferida automaticamente para a plataforma.

2. Hospedar o site

Para publicar qualquer conteúdo no seu site será preciso contratar um serviço de hospedagem de sites. Todos os arquivos ficarão hospedados em um servidor e serão acessados por meio do domínio escolhido.

Atualmente, existem diversos planos de hospedagem e alguns dos fatores que você deverá levar em conta na hora da contratação é a quantidade de visitas previstas inicialmente para o site e o volume de e-mails que a sua corretora de seguros possui armazenado.

Os tipos de hospedagem são os seguintes:

Hospedagem Compartilhada: Mais comum, é a hospedagem onde o seu site compartilha o servidor com outros sites. Com os menores preços do mercado, é indicada somente para sites que possuem poucas visitas ou que foram publicados recentemente por conta do baixo desempenho.

Hospedagem dedicada: O seu site fica hospedado em um servidor exclusivo. Isso faz com que ele tenha um melhor desempenho, além do aumento no nível de segurança. Possui custos mais elevados e é indicado para sites que possuem um alto volume no tráfego de visitantes.

VPS: É a sigla para Virtual Private Server, ou seja, Servidor Virtual Privado. Os usuários compartilham um mesmo servidor, mas cada um deles fica isolado um do outro, afetando menos o desempenho do site. Tem custo inferior ao de uma hospedagem dedicada e possui recursos semelhantes.

Com relação ao e-mail, basta considerar a capacidade de armazenamento individual de cada usuário. Em geral, para pequenas corretoras de seguros, 5GB já é um bom tamanho.

Escolhido o domínio e o tipo de hospedagem, vamos partir para a construção do site, que é o nosso próximo passo.

3. Escolher um construtor de Site

A maioria dos serviços de hospedagem oferecem construtores de sites que em poucos passos te ajuda a colocar ele no ar, sem precisar de muitos conhecimentos técnicos.

Isso facilita bastante, pois esses construtores já carregam automaticamente toda a estrutura necessário para o funcionamento do site, bastando apenas inserir o conteúdo.

Indicamos o WordPress.org, plataforma que utilizamos em todos os projetos da Educa Seguros. Optamos por ela por conta da autonomia que temos quando precisamos alterar qualquer conteúdo nas páginas ou personalizar o layout dos nossos sites e blogs.

Porém, ainda existem outras plataformas gratuitas e pagas como o JoomlaWix e Weebly.

É nesta etapa também onde você precisará planejar e elaborar o conteúdo das páginas do seu site, os formulários de contato e pedidos de cotação, além dos artigos iniciais do blog.

4. Escolher um tema (template)

Além do conteúdo, é preciso pensar também no layout, ou seja, em como esse conteúdo será apresentado ao visitante. A escolha de um tema (template) ou modelo de site adequado fará toda a diferença na imagem que a sua empresa irá passar para o público.

O WordPress disponibiliza um banco de temas gratuitos, mas existem também os templates pagos, que oferecem recursos adicionais, úteis caso seja preciso inserir determinados tipos de conteúdo mais elaborados no seu site ou blog.

Muitas das escolhas de cores e layout podem até se dá por meio de preferências pessoais, mas um item que não deve ser deixado de lado é a reponsividade.

O seu site deve ser um site responsivo, ou seja, ele precisa abrir adequadamente independente do dispositivo que o usuário esteja utilizando para acessá-lo: computador, notebook, tablet ou smartphone.

Caso o seu site apresente dificuldades para carregar em determinados dispositivos, isso poderá ter como consequência a perda de visitantes e até mesmo prejudicar o seu posicionamento em buscadores como Google e Bing.

Fazer por conta própria ou contratar um profissional?

Apesar das facilidades e mesmo não exigindo muitos conhecimentos técnicos inicialmente, é importante considerar que será preciso dedicar algumas horas ou até mesmo dias no planejamento, construção e manutenção do site da sua corretora de seguros.

Assim, a melhor opção sempre é contar com a ajuda de um profissional ou empresa especializada no assunto, principalmente por conta do suporte dado desde a construção até a manutenção do site e atualizações.

Se você tiver algum tempo disponível ou se a sua corretora de seguros possuir uma pessoa dedicada exclusivamente para esse fim, opte por empresas ou serviços que, após a construção do site, permitam que você mesmo faça alterações no conteúdo ou publique novos artigos no blog.

Essa autonomia na gestão do conteúdo é importante para lhe dar agilidade na hora de colocar em prática alguma ação de marketing, pois você não dependerá de um terceiro para a execução de determinadas tarefas.

Conclusão

Seja por conta própria ou com a ajuda de um profissional, agora que você já entendeu como funciona a criação de sites, não tem mais desculpas para não colocar no ar o seu.

Procure deixar o site com a cara da sua corretora de seguros e não se preocupe se no início ele não possuir tudo que você gostaria, aos poucos, é possível acrescentar novos conteúdos e ir alterando o que for preciso.

Por fim, essa é só uma das primeiras etapas que devem fazer parte da estratégia de marketing digital de uma corretora de seguros, então, mãos à obra.

Por mais que no início pareça complicado, isso não é nada que com um pouco de dedicação e pesquisa não seja possível aprender.

Ficou com alguma dúvida em relação ao que falamos aqui?

Deixe um comentário com a sua pergunta ou fale um pouco sobre a sua experiência e os resultados que tem alcançado com o site da sua corretora de seguros.

[Infográfico] Multicálculos de seguro automóvel: entenda como funcionam e veja um comparativo com as opções disponíveis no mercado

Na comercialização do seguro automóvel, a realização dos cálculos é uma das etapas que mais exigem tempo, principalmente por conta do número cada vez maior de seguradoras, sem contar os ajustes que muitas vezes são necessários durante a negociação.

Mas existem algumas ferramentas que facilitam o dia-a-dia de quem trabalha diretamente elaborando cotações e comercializando o seguro automóvel. Neste guia, falaremos especificamente das ferramentas de multicálculo.

Com os multicálculos de seguro automóvel é possível realizar cotações simultaneamente em diversas seguradoras (em poucos minutos!) a partir do preenchimento de um único formulário.

E os benefícios para quem usa esse tipo de ferramenta são muitos:

Mas será que é seguro? E o investimento, vale à pena?

Você pode já ter ouvido esses questionamentos…

Para responder a essas e a outras perguntas, montamos um infográfico onde explicamos em detalhes tudo o que você precisa saber sobre os multicálculos de seguro automóvel.

Além disso, incluímos ainda um comparativo com as principais características, recursos e preços das opções que temos hoje disponíveis no mercado.

Parece interessante? Então baixe o infográfico completo e em alta resolução ou acompanhe na imagem abaixo o nosso guia sobre os multicálculos de seguro automóvel.

➝ Clique aqui para baixar uma versão em alta resolução desse infográfico.

Gostou de acompanhar esse guia sobre os multicálculos de seguro automóvel? Então compartilhe o infográfico e ajude a divulgar essa informação para que mais corretores e profissionais do mercado de seguros tenham acesso a esse conteúdo!