Como oferecer o Seguro de Riscos Cibernéticos para seus clientes empresariais

Como vender melhor o seguro de riscos cibernéticos? Entenda essa tendência no mercado, sua importância e como conscientizar seu possível cliente.

Ataques cibernéticos são cada vez mais frequentes e prejudiciais para as empresas de qualquer porte ou segmento. Mesmo que a empresa estabeleça todos os critérios de segurança necessários, ainda assim está suscetível a ataques e roubos de dados. Dessa forma, o seguro de riscos cibernéticos é a única forma de evitar prejuízos avassaladores para os clientes empresariais da sua corretora de seguros.

Muitas empresas já estão cientes disso, principalmente depois da sanção da nova Lei Geral de Proteção de Dados, que entrará em vigor a partir de agosto de 2020, e exigirá consentimento específico para coleta e tratamentos de dados pessoais, gerando multas pesadas para empresas que descumprirem suas regras.

Nesse contexto, o corretor de seguros especializado no assunto tem grandes chances no mercado, pois é uma área em ascensão e com ampla demanda por profissionais qualificados. É fundamental que o corretor saiba esclarecer as principais dúvidas das empresas sobre o assunto e orientar seus gestores sobre a importância de contar com esse tipo de proteção.

Se você quer saber como abordar seus clientes empresariais para conscientizá-los sobre a importância do seguro de riscos cibernéticos, continue a leitura.

Seguro de riscos cibernéticos: argumentos infalíveis para venda

O corretor que deseja incluir em sua carteira de produtos o seguro contra hackers pode abordar três pontos importantes para ajudar na conscientização dos tomadores de decisão e agilizar o processo de venda.

1. Os ataques cibernéticos irão aumentar

Ao abordar a importância de adquirir o seguro de riscos cibernéticos com seu potencial cliente, lembre-o de que a conexão e a troca de dados online irão aumentar cada vez mais, o que deixa toda pessoa, seja ela física ou jurídica, ainda mais exposta a ataques e roubos de dados.

A quantidade de dispositivos conectados em 2017 era de 27 bilhões, um número que passará para cerca de 125 bilhões em 2030, potencializando o compartilhamento de informações e, consequentemente, os riscos de perda ou roubo de dados na rede.

Alerte seus clientes que os ciberataques de grande escala, como o ataque malware WannaCry, custam muito caro para as empresas e superam os prejuízos provocados em desastres naturais. Sendo assim, contar com um seguro que irá restituir a empresa em caso de perda ou roubo de dados, de acordo com as cláusulas previstas em contrato, é muito mais seguro.

2. Proteção contra prejuízos causados por multas da nova LGPD

A nova Lei Geral de Proteção de Dados faz uma série de exigências para garantir a segurança dos dados pessoais coletados na rede. As empresas que descumprirem suas diretrizes terão que arcar com multas pesadas, que podem chegar a até R$ 50 milhões.

As empresas que contam com o seguro de riscos cibernéticos não terão esse problema, pois as apólices desse seguro podem cobrir diversos tipos de custos relacionados a ciberataques, como:

  • Custos de defesa.
  • Custos relacionados a uma investigação administrativa.
  • Despesas com peritos forenses.
  • Pagamento de indenizações aos clientes prejudicados, caso a empresa seja responsabilizada.
  • Pagamento de resgate em caso de sequestro de dados.
  • Despesas para restauração de dados.
  • Custo com notificação e monitoramento de dados de clientes afetados.
  • Assessoria de imprensa para agir na recuperação da reputação da empresa no mercado.
  • Lucros cessantes devido a uma interrupção de rede.

3. O corretor de seguros precisa estar antenado

Um corretor de seguros que busca crescimento, independente do cenário econômico do país, está por dentro das maiores tendências e sabe identificar oportunidades na venda de seguros. O segmento de cibersegurança é de extrema importância para o atual cenário e irá ganhar cada vez mais força econômica.

Com o passar do tempo, a tendência é que seguradoras, corretores de seguros e empresas se aproximem para encontrar a melhor maneira de ajustar os processos e melhorar as condições de segurança e coberturas oferecidas.

O corretor de seguros que está antenado com o mercado consegue facilitar o entendimento do seu cliente sobre a importância do seguro de riscos cibernéticos e aumentar o faturamento da sua corretora com a venda desse tipo de apólice.

O corretor deve estar preparado para dar mais informações sobre esse tipo de seguro ao seu potencial cliente. Entenda tudo que os corretores de seguros precisam saber sobre as leis de proteção de dados GDPR e LGPD!

Leis de proteção de dados GDPR e LGPD: tudo que os corretores de seguros precisam saber

Saiba o que é GDPR, LGPD e como a lei de proteção de dados pode ser uma oportunidade para vender mais seguros.

Grandes escândalos de casos de vazamento de dados ajudam a perceber a importância da privacidade das informações no mundo atual. Esse é um assunto que vem ganhando cada vez mais destaque em todo o mundo. Novas legislações como GDPR e LGPD são desafios para empresas dos mais variados portes, que precisam adaptar os seus sistemas e práticas se não quiserem sofrer multas e sanções.

Neste artigo explicaremos tudo que você precisa saber como as leis de proteção de dados.

O que é o GDPR?

GDPR é uma sigla em inglês para Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia. Ele reúne regras sobre privacidade de dados e identidade de cidadãos, válidas para empresas e organizações atuantes nos países que integram esse bloco econômico.

O GDPR está em vigor desde maio de 2018. Já existiam normas relacionadas a esse tema, porém, elas foram atualizadas para se adequarem ao novo cenário de avanços tecnológicos.

Seus itens indicam como empresas devem coletar, processar e compartilhar informações pessoais sem ferir o direito de proteção dos dados de cada um. Todo cidadão, por exemplo, deve poder autorizar ou não o uso de seus dados, e solicitar a qualquer momento a sua exclusão do banco da companhia, ou a interrupção da coleta, entre outros.

Também é obrigatório o uso de linguagem transparente na comunicação sobre dados, incluindo termos de privacidade e, em caso de vazamento, notificar as autoridades em até 72 horas.

Apesar de pertencer à União Europeia, as regras valem para todos os serviços prestados a cidadãos do bloco, mesmo que a empresa não tenha sede, escritórios e representantes no local. Por isso, várias companhias em todo o mundo estão adaptando seus sistemas ao GDPR.

O que é a LGPD?

Seguindo essa tendência, o Brasil elaborou a Lei 13.709/18, conhecida como Lei Brasileira de Proteção de Dados ou LGPD. Ela “dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade”.

Há diversos pontos em comum com o GDPR, sendo que a lei brasileira trata os dados pessoais (nome, foto, número da identidade, etc) e os dados sensíveis (relacionados a questões raciais ou étnicas, religiosas, políticas, dados genéticos, entre outros) de formas diferentes.

Como vimos, as empresas brasileiras devem ficar atentas à lei de proteção de dados nacional e também ao GDPR, caso preste serviços ou venha a ter qualquer contato com dados da União Europeia. Elas influenciam diretamente o processamento, a coleta e o uso de dados pessoais de clientes, fornecedores e mesmo de colaboradores.

Além das políticas de privacidade, é preciso rever contratos, intranet, arquivos e qualquer outra informação, mesmo que não seja utilizada para fins comerciais. Até mesmo o recrutamento de novos colaboradores deve seguir as normas, visto que o candidato deve ter a opção de autorizar ou não o armazenamento dos dados fornecidos durante a seleção, e por quanto tempo.

Implicações para as empresas

O descumprimento do GDPR pode resultar apenas em uma notificação à empresa caso se trate de uma infração leve, mas pode chegar a multas de € 20 milhões ou até 4% do seu faturamento anual (o que for maior), restrições de direitos e indenização às pessoas lesadas.

Já a LGPD entra em vigor em 2020, portanto, agora é o momento para se informar e tomar as devidas precauções, o que pode envolver a contratação de um seguro de riscos cibernéticos.

Não é uma boa ideia deixar para atender aos requisitos na última hora, pois a violação às regras aqui do Brasil pode custar R$ 50 milhões ou 2% do faturamento bruto anual da empresa, além de compensação à pessoa lesada. A lei também prevê medidas para minimizar as penalidades, como a adoção de boas práticas e a remediação imediata da irregularidade.

Oportunidades para os corretores de seguros

A nova realidade traz, com certeza, nichos a serem explorados por corretores de seguros, principalmente no segmento de Riscos Cibernéticos. O melhor caminho para oferecer uma proteção desse tipo aos seus clientes empresariais passa por mostrá-los como a proteção de dados vem ganhando importância – e o tamanho do prejuízo que o mau uso de informações pode gerar.

Para saber mais, conheça os riscos cibernéticos que os clientes empresariais da sua corretora de seguros estão enfrentando!

O que é e como funciona o Seguro de Riscos Cibernéticos

Um novo modelo de sociedade surge com foco na tecnologia. Oferecer o Seguro de Riscos Cibernéticos pode ser a chave para conquistar a confiança de seu cliente.

Um novo desenho de sociedade se molda e a vertente tecnológica fica cada vez mais no centro dessa mudança. Em um mundo mais compartilhado e com dados trafegando ininterruptamente, os segurados estão expostos a riscos nunca antes experimentados e, quando há um risco, surgem produtos securitários para ampará-los, como é o caso do Seguro de Riscos Cibernéticos.

Processos antes considerados inovadores e futuristas hoje fazem parte do dia a dia das pessoas e das empresas. Nossa comunicação é feita através da tecnologia, assim como nossa locomoção e a base de nossas escolhas.

Este novo modelo cria inúmeras vantagens para todos nós. Nossas exigências de conforto e segurança aumentam e a velocidade de, praticamente, todas as transações e serviços é aumentada exponencialmente.

Porém, se as vantagens já estão sendo sentidas pelas empresas e pessoas, os riscos também.

Afinal, o que é o Seguro de Riscos Cibernéticos?

Esse ramo pouco conhecido pelos segurados e pelos corretores é novo e é oferecido por um pequeno grupo de seguradoras.

Através de uma apólice que pode conter diversas coberturas, o Seguro de Riscos Cibernéticos visa proteger uma empresa de prejuízos ocasionados pelo uso da tecnologia na gestão de seus negócios e na administração dos processos internos.

Quando pensamos que, atualmente, quase todas as empresas utilizam alguma tecnologia em seus processos, vemos que o Seguro de Riscos Cibernéticos pode e deve ser contratado por empresas de qualquer porte e mercado.

Quais coberturas podem ser oferecidas no Seguro de Riscos Cibernéticos?

O rol de coberturas disponíveis para se contratar em uma apólice de Seguro de Riscos Cibernéticos pode ser bem diversificado e variar conforme a seguradora que o oferece. Essa diversidade se relaciona com a complexidade das relações entre as empresas e o uso da tecnologia, assim como as novas formas dessa relação criada quase diariamente.

Contudo, algumas coberturas têm se mostrado mais importantes e, como corretor de seguros, é importante conhecê-las e, principalmente, ofertá-las aos seus clientes.

Uma das coberturas mais contratadas atualmente no Seguro de Riscos Cibernéticos é a de Responsabilidade por Dados Pessoais e Corporativos. Impulsionada pela nova lei de proteção de dados (LGPD), essa cobertura protege seu cliente em relação a possíveis processos que ele venha a sofrer em decorrência do vazamento de dados por ele armazenados. Como praticamente todas as empresas armazenam dados de seus clientes de forma digital, essa cobertura é imprescindível para qualquer empresa.

Outra cobertura que é amplamente acionada em casos de sinistros de Seguro de Riscos Cibernéticos é a cobertura relativa a danos e prejuízos ocasionados por falha de sistema das mais diversas naturezas. Com praticamente todas as empresas utilizando sistemas de gestão informatizados, uma falha, invasão ou mau funcionamento desse sistema pode gerar prejuízos à empresa e a terceiros de grande monta.  Mais uma vez, em situações como essa, o Seguro de Riscos Cibernéticos pode amparar o segurado e diminuir os impactos financeiros decorrentes desses eventos.

Seguro de Riscos Cibernéticos como fator de competitividade

Não se engane! Se seu cliente ainda não despertou para a necessidade de um Seguro de Riscos Cibernéticos, ele ainda vai e, nesse momento, você precisará ter informações e acesso a produtos para atendê-lo.

Melhor ainda se você alertá-lo para esse risco, pois o papel do corretor de seguros é proteger as empresas antes que elas sofram o prejuízo. Essa proteção pode amparar os bens físicos, os funcionários e também os riscos que a tecnologia traz para cada um dos segurados que você tem em sua carteira.

Agora que você já sabe como funciona esse seguro, entenda os riscos cibernéticos que os clientes empresariais da sua corretora de seguros estão enfrentando.  

Entenda a importância de gestão de processos nas vendas para uma corretora de seguros

Saiba como fazer para melhorar a performance comercial de sua equipe de vendas através da gestão de processos.

A gestão de processos em setores de vendas, embora seja fundamental, nem sempre recebe o tratamento adequado. Não são raras as corretoras de seguros em que as equipes de vendedores atuam de forma dispersa, sem estratégia nem treinamento e apenas confiando em seu próprio talento para fechar negócios.

Trata-se de um erro que pode ser corrigido, desde que a corretora esteja comprometida com a adoção de processos que resultam em vendas em quantidade e melhor qualificadas. Afinal, não basta empurrar às pessoas qualquer tipo de seguro, é preciso gerar envolvimento, para que elas voltem a contratar e até indicar a corretora.

Acompanhe o artigo até o fim e saiba como fazer para melhorar a performance comercial de sua equipe de vendas. Boa leitura!

O significado da gestão de processos

Vendas gerenciadas por processos são muito mais efetivas. Isso significa que os resultados têm origem em três pilares fundamentais:

    • Treinamento: vendedores atuam com base em técnicas assimiladas em sessões de capacitação, não apenas em seu conhecimento prévio;
    • Ferramentas de gestão: nesse sentido, tratamos exclusivamente dos softwares utilizados para registro e posterior acompanhamento e avaliação dos resultados;
  • Procedimentos: as ações aprendidas nos treinamentos passam a ser tomadas sempre de forma analítica, ou seja, são acompanhadas do registro das informações coletadas por meio do contato com clientes em potencial ou já fidelizados.

A partir do momento em que as vendas são orientadas por processos, fica mais fácil tomar decisões com o objetivo de melhorar os resultados.

Por isso, é importante mapear os seus processos, não só em vendas, como em todas as outras áreas da sua corretora. Isso pode ser feito de algumas formas, como por meio de fluxogramas – que veremos mais pra frente nesse artigo -, os quais ajudam a ter uma visão do todo, facilitando a análise e identificação de oportunidades de aperfeiçoamento.

Processos na comercialização de seguros

Existem alguns processos que você pode adotar hoje mesmo que visam melhorar o atendimento ao cliente e consequentemente aumentar sua produtividade, tanto na contratação quanto na renovação do seguro.

Entre as práticas que aumentam as vendas de uma corretora estão:

1. Personalização da proposta

Não adianta oferecer o seguro mais barato ou aquela companhia que melhor te comissiona se a proposta não atende às necessidades do seu cliente. Isso só vai atrasar a contratação, devido às várias solicitações de alteração e solicitações de novas cotações, e pode eventualmente causar a perda do cliente.

Com tanta concorrência e informação disponível ao consumidor, o que o impede de fechar com outro corretor que ofereça um seguro mais adequado ao seu perfil?

3. Proposta profissional

Outro fator que influencia na percepção e na decisão do cliente é a proposta comercial enviada.

Se você envia hoje uma cotação sem um design bonito, com poucas informações e com os valores de apenas uma seguradora, está na hora de rever esse processo.

Cotações que apresentam todas as coberturas inclusas, mais de uma opção de franquia e comparação do prêmio em mais de uma companhia tendem a ser mais eficientes. Isso porque passa uma impressão mais profissional e transparente, além de acelerar a venda, visto que todas as informações já estão claras para o cliente.

3. Atendimento ao cliente

Além de personalizar a proposta e elaborar uma cotação com aspecto mais profissional, é fundamental ser ágil e prestar um bom atendimento ao cliente.

Como o seguro é uma “commodity”, ou seja, todos os corretores comercializam os mesmos produtos, com apenas pequenas diferenças de comissão, o que vai te diferenciar dos concorrentes é o seu atendimento.

Seguir os processos mencionados acima, ser rápido e superar as expectativas do consumidor vai fazer sua corretora chegar ao encantamento e fidelização dos clientes. E clientes fiéis, além de retornarem (renovarem seus seguros com sua corretora), indicam o seu serviço para os conhecidos. Ou seja, os ganhos potenciais são enormes.

É importante reforçar que esses processos não terminam na contratação do seguro. Você deve sempre desenvolver um relacionamento com seus segurados e se atentar às práticas mencionadas acima para garantir a satisfação dos seus clientes a todo momento.

Indicadores de desempenho

Quando são utilizados recursos como o multicálculo para envio de propostas de seguros, é criado um banco de dados. As informações sobre cada cotação ficam armazenadas, compondo um valioso acervo a partir do qual a equipe de vendas pode pautar possíveis correções.

Com base na leitura desses dados, é possível que a ferramenta indique que as propostas de clientes com um determinado perfil não estão sendo fechadas. Por exemplo, vamos considerar mulheres com idade entre 40-45 anos, casadas, com renda superior a cinco salários mínimos.

Seria um possível segmento que faz muitas cotações, mas não fecha negócio. Cabe identificar os motivos que levam os clientes com esse perfil a não concluir a compra. Temos então detectado um desempenho que pode melhorar, se confrontado com resultados obtidos com outros tipos de clientes.

Da mesma forma, é possível analisar os dados das propostas fechadas para identificar segmentos mais suscetíveis a venda e suas características. Assim, você consegue direcionar seus esforços comerciais para esse público, otimizando sua comunicação e aumentando sua eficiência.

Além disso, você pode analisar as vendas gerais da sua corretora para tomar decisões estratégicas. Por exemplo, se você identificar que determinado ramo está apresentando um desempenho melhor que os demais, e que seus produtores estão fazendo mais renovações do que novas vendas, você consegue saber onde deve focar.

Análise de fluxogramas

Processos de vendas estruturados seguem necessariamente uma espécie de roteiro, organizado em fluxogramas. Pode ser, por exemplo:

Contato do cliente → Atendimento → Solução encontrada → Venda realizada

Objeções do cliente → Solução encontrada → Venda realizada

Solução não encontrada → Venda não realizada

Esse é um fluxograma bastante simples, que pode ser adaptado a um processo de vendas para indicar possíveis falhas ao longo de sua realização. Nesse caso, tratamos de verificar, pelos registros armazenados nos softwares de gestão, por exemplo, onde estão os gargalos que podem estar reduzindo a quantidade de vendas fechadas.

Resultados de processos bem estruturados de vendas

Vendedores bem treinados e que usam softwares de gestão para registro de suas operações e avaliação de resultados vendem mais porque trabalham em cima de informação. Há uma diferença considerável entre contar com o talento para vendas individual e ter equipes treinadas para atuar com base em processos de vendas.

Se sua corretora ainda não tem no setor comercial a gestão de processos bem definida, é hora de investir em qualificação. Os resultados são menos tempo gasto em contatos, clientes mais satisfeitos e decisões tomadas de acordo com critérios claros.

Além disso, ficou clara também a importância dos dados para o crescimento da sua corretora. Decisões tomadas com base em dados são muito mais assertivas. Porém, só é possível analisá-los se você os coletar e os armazenar. Ou seja, é importante desenvolver processos bem definidos em todas as etapas: coleta, armazenagem e análise de dados.

Agora que você sabe como melhorar seus processos de vendas e o que fazer para aumentar sua produtividade, é hora de colocar em prática todos os processos que foram expostos nesse artigo. Com certeza os resultados aparecerão brevemente.

Para conferir mais dicas de como melhorar sua gestão e aumentar sua produtividade, acesse o blog da TEx.

Sobre o autor: Omar Ajame, CEO da TEx.

[Infográfico] Multicálculos de seguro automóvel: entenda como funcionam e veja um comparativo com as opções disponíveis no mercado

Entenda como funcionam essas ferramentas e veja um comparativo completo com todas as opções disponíveis no mercado.

Na comercialização do seguro automóvel, a realização dos cálculos é uma das etapas que mais exigem tempo, principalmente por conta do número cada vez maior de seguradoras, sem contar os ajustes que muitas vezes são necessários durante a negociação.

Mas existem algumas ferramentas que facilitam o dia-a-dia de quem trabalha diretamente elaborando cotações e comercializando o seguro automóvel. Neste guia, falaremos especificamente das ferramentas de multicálculo.

Com os multicálculos de seguro automóvel é possível realizar cotações simultaneamente em diversas seguradoras (em poucos minutos!) a partir do preenchimento de um único formulário.

E os benefícios para quem usa esse tipo de ferramenta são muitos:

  • Redução de até 90% do tempo dedicado a uma única cotação;
  • Centralização das cotações em único lugar;
  • Aumento significativo da produtividade;
  • Entre outros.

Mas será que é seguro? E o investimento, vale à pena?

Você pode já ter ouvido esses questionamentos…

Para responder a essas e a outras perguntas, montamos um infográfico onde explicamos em detalhes tudo o que você precisa saber sobre os multicálculos de seguro automóvel.

Além disso, incluímos ainda um comparativo com as principais características, recursos e preços das opções que temos hoje disponíveis no mercado.

Parece interessante? Então baixe o infográfico completo e em alta resolução ou acompanhe na imagem abaixo o nosso guia sobre os multicálculos de seguro automóvel.

➝ Clique aqui para baixar uma versão em alta resolução desse infográfico.

Gostou de acompanhar esse guia sobre os multicálculos de seguro automóvel? Então compartilhe o infográfico e ajude a divulgar essa informação para que mais corretores e profissionais do mercado de seguros tenham acesso a esse conteúdo!